Contos Sombrios de Natal

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Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Tânia Souza em Ter 2 Nov 2010 - 17:54

Espaço reservado para organizaçao e produção (?) dos contos que integrarão o e-book natalino da Câmara dos Tormentos

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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Tânia Souza em Ter 2 Nov 2010 - 18:18

Lembrando que estes contos vão integrar o primeiro e-book do Fórum da Câmara dos Tormentos!
( É bom destacar que todos os direitos sobre os contos estão garantidos aos seus respectivos autores)

* Seu conto deve ser do gênero do terror, relacionado ao tema Natal;
* Os contos devem ter no mínimo 5mil e no máximo 15 mil caracteres;

Os contos podem ser postados aqui ou enviados para mim, o quanto antes melhor galerinha, para dar tempo de fazer a leitura e enviar ao Poleto para a criação do e-book.

Título, capa e outras contribuições: aceitamos sugestões e candidatos ^^

Um bom texto e que este e-book seja o nosso presente de Natal

santa


O Desafio vai de 03 a dia 23 de novembro de 2010. (Vinte dias para escrever )
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Lino França Jr. em Sex 5 Nov 2010 - 10:16

Já mandei meu conto... santa
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Tânia Souza em Sex 5 Nov 2010 - 10:46

Recebido mocinho

ah, e-mail da T


tania.mara.ms@gmail.com



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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Pacheco em Ter 9 Nov 2010 - 11:36

Uma noite macabra

Os sinos da Catedral badalavam e ecoavam até os confins da cidade. Toda vez que morria alguém por lá era assim, e eu sentia calafrios ao ouvir o som do bronze. Não era nada demais, mas é que aquele barulho ensurdecedor deixava uma atmosfera mórbida que não era nem um pouco agradável.
Era véspera de Natal, o céu estava limpo, e corria uma leve brisa de verão. Eu e meus amigos estávamos todos empolgados com a data, na expectativa de receber os presentes, aliás, toda a cidade já estava preparada para isso, haviam pinheiros decorados por toda a parte e o movimento no modesto comércio era agitado. Santa Cruz era um lugarejo pequeno, de casinhas pintadas com cores primárias e janelas e portas que davam diretamente para a calçada. Todos se conheciam. À noite, nos reuníamos na frente das casas e ficávamos lá, escutando histórias contadas pelos mais antigos, ou íamos assistir televisão na praça. Não, não é nenhum engano. Àquela época, poucos tinham acesso a esse luxo e esses aparelhos ficavam feito um monumento em armações de concreto, com bancos à frente.
E todos os dias eram iguais, as mesmas conversas, as mesmas pessoas... Os raros acontecimentos diferentes eram interpretados como grandes eventos. Como neste lúgubre, natalino e pitoresco dia. Eu e dois amigos nos encontrávamos todas as tardes em nosso quartel general, um barraco de madeira abandonado no subúrbio da cidade, tão longe que era conhecido como "escondido". É claro que o assunto não podia ter sido outro e Bertholdo abriu a sessão com seu já costumeiro tom grave e cheio de propriedade que possuía. Parecia já um adulto, e tudo era tratado com uma seriedade ímpar, que aliás, só conheci nele.
- Amigos, temos algo importante a tratar... - disse o ruivo baixinho.
- Já sabe quem morreu? Parece que estão me escondendo isso desde a manhã... - disse Eliézer, o mais novo e medroso de todos. Era um gordinho dentuço, com o olhar levemente assombrado.
- Foi Dona Maria Pitanga. Ouvi meu pai falando com um vizinho... - respondi agachado perto da entrada.
- Mas esta é a... - murmurou Eliézer com cara de espanto.
- A bruxa. - completou Bertholdo. O título que a velha ganhara tinha seus motivos. Vivia num casebre sombrio, com um pequeno quintal atulhado de plantas umas sobre as outras, desleixado como a própria aparência da mulher. Havia vários pés de pitanga por lá, daí seu sobrenome. Várias histórias circulavam sobre a velha, contudo, uma era soberana. Diziam que ela havia matado seus filhos, um a um, e o próprio esposo, e os enterrado nos fundos da casa, como por pagamento a um pacto feito com o próprio demônio. Eu achava que isso tudo não passava da imaginação do povo. Ela era estranha deveras, soturna e escanzelada, mas nada que fosse fora do normal. Fiz questão de interromper Bertholdo.
- Isso é uma tremenda bobagem Bertholdo! - Vai acabar assustando o Eliézer desse jeito. - disse ao me levantar. Com treze anos, eu era o mais velho e sentia a responsabilidade de cuidar daqueles dois malucos.
- Não é bobagem nenhuma Emídio. Veja o que encontrei em sua casa... - retrucou estendendo uma garrafa tampada com uma rolha na nossa direção.
- Você foi na casa dela?! - perguntou Eliézer.
- E o que há demais nisso? - redarguiu o ruivo.
- Eu é que digo isso! O que há demais nessa garrafa? - intervi.
- Pois é nessa garrafa que você-sabe-quem prendeu o príncipe deste mundo...
- Não há nada nesta garrafa... - disse acremente.
- Você não pode ver, apenas ela. Estava em um altar cheio de velas vermelhas em volta.
- E por que você retirou de lá, seu merda! - esbravejou o menino dentuço, andando de um lado para o outro.
- Precisamos dela para nos livrarmos de Maria Pitanga. - respondeu prontamente. Parecia que ele tinha resposta para tudo que perguntássemos.
- Nos livrarmos como, seu louco? Ela já morreu! - gritou Eliézer, muito abalado com o tema de nossa sessão de hoje. Até então, nunca tínhamos nos envolvido em nada parecido. Apenas investigações bisbilhoteiras a respeito da vida dos outros, furto de frutas nos quintais alheios, enfim, a mais pura molecagem.
- Morreu, mas ele ainda tem uma ligação com esse mundo e se espírito ficará vagando, cometendo suas atrocidades.
- Atrocidade está cometendo você com a minha paciência. Vamos Eliézer, Bertholdo não está muito bem hoje... - disse virando-lhe as costas.
- Esperem! Eu tenho um plano!
- E qual é o seu plano brilhante? - perguntou o gordinho num esgar de deboche.
- Hoje à noite, iremos até o cemitério, cravaremos uma estaca na velha e prenderemos seu espírito na garrafa. Depois a enterramos e tudo acabou. - sussurrou nosso líder.
- Ela é uma bruxa, não uma vampira... - corrigi-o.
- Então admite que ela seja uma bruxa? - perguntou astuciosamente.
- É... talvez ela seja. - respondi baixando a cabeça, um pouco envergonhado. Ele havia feito eu me trair pelas minhas palavras. Ele quase sempre conseguia o que queria, com sua oratória.
- Esquecem de uma coisa. Hoje é Natal... - lembrou Eliézer. - E além disso, eu jamais entraria num cemitério. - acrescentou, fazendo menção de sair do barraco.
- Antes da meia-noite estaremos em casa, quanto a isso, não haverá problema algum. Mas desde o início eu soube que você não teria coragem... - argumentou Bertholdo. Uma arma infalível, a propósito. Mesmo borrando as calças, o gordinho nunca admitiria ter medo de coisa alguma.
- Mas eu não tenho medo. O fato é que eu não quero perder a ceia de Natal. Minha mãe está preparando um pernil delicioso, além de rabanadas. Adoro rabanadas. E eu pedi uma bicicleta este ano, estou ansioso por vê-la...
- Terá tempo suficiente para andar na sua magrela nova, eu lhe prometo. Então está decidido assim. Às oito horas, na minha rua. e iremos fazer o serviço. Pelo bem de todos. Dispensados! - disse ele feito um sargento e saímos calados. Certa vez o apelidamos de Sargento Ferrugem, devido seu comportamento autoritário, seu cabelo ruivo e as sardas acastanhadas nas maçãs do rosto.
A verdade é que, assim como Eliézer, eu não tinha nenhuma vontade de ir naquele lugar funesto. A placa logo na entrada do cemitério - "Nós que aqui estamos, por vós esperamos" - me dava arrepios. Afinal, não havia nada melhor para se por no lugar de descanso dos mortos? Isso me parecia um mal agouro, como se eles permanecessem na expectativa do nosso embarque na necrópole, a derradeira viagem. Todavia, Bertholdo possuía um enorme poder de persuasão, daria, inclusive, um excelente advogado.
Às oito horas meus avós e tios, primos mais velhos e recém nascidos, todos se encontravam em minha casa, saboreando um ceia singela, típica do interior, rica em frutas e carne de porco, e a tão popular rabanada. Naquela época, tínhamos o costume de filar a bóia do Natal na casa de todos os amigos antes da meia noite, e foi com essa desculpa que eu saí de casa e encontrei-me com Eliézer e Bertholdo, conforme o combinado. A noite estava nublada e ameaçava chover, e o calor era sufocante. Seguimos calados até o cemitério, cercado por arame farpado e algumas graxas, um tipo de hibiscus de flores vermelhas, mal podadas e disformes, entrelaçando-se nos galhos de árvores desfolhadas, que também existiam em seu interior e que causavam arrepios à distância. Aproximamo-nos do portão de madeira velho, cheio de limo e tentei abrí-lo.
- Está trancado... - disse eu.
- Isso é irônico, não é mesmo? Como se alguma alma penada precisasse do portão para sair do cemitério! - disse Bertholdo passando por entre a cerca, com certo cuidado. Trazia um grande saco de pano amarelado e uma atiradeira na cintura. - Vocês não vem?
- Mas é claro que vou! - respondeu Eliézer falseando seu terror de forma bastante teatral, acompanhando o ruivo, e eu os segui. Chegamos até uma cova recente, sem grama, sem flores, nem homenagens.
- E agora? - perguntei.
- Segure a garrafa aqui. - disse-me, tirando o artefato de vidro do saco de pano e entregando-me. Empunhou a estaca - que não era pequena como eu a imaginava, contudo, não era grande o suficiente para alcançar o peito da velha a sete palmos de terra - e preparou-se rapidamente para o golpe, mas foi interrompido pelo gordinho.
- Deixe que eu faça isso! - disse ele tomando-a das mãos de Bertholdo, com uma súbita e inesperada coragem. Até hoje não sei o porquê dessa atitude. Não fazia o menor sentido! Que ele escondesse seu medo de nós, e principalmente de Bertholdo, que usara isso como arma contra ele, tudo bem, mas daí a ele próprio executar o plano do ruivo, isso não tinha nenhum sentido. Ele mirou a estaca no centro do sepulcro e cravou-a com todas as forças que possuía, cortando as mãos no ato.
- Acabou? - perguntei secamente, e ao mesmo tempo perturbado. Desejava sair dali o quanto antes. Teria sido melhor não ter perguntado. Subitamente o chão tremeu, numa proporção que não chegava a ser um terremoto no Japão, mas que poderia ser sentido a uma considerável distância e então deixei cair a garrafa que espatifou-se no chão, ao mesmo tempo em que fendas enormes se abriram nele, deixando vir a tona vermes, baratas, ratos e a maior quantidade de imundície que já vi em toda minha vida, como se fugissem de algo. Senti que era o mesmo que devíamos fazer e como numa transmissão de pensamento, corremos apavorados, gritando por socorro, mas incrivelmente, ninguém parecia nos escutar. Em dado momento, já quase na cerca por onde passamos, demos por falta de Eliézer e olhamos para trás. O gordinho havia ficado preso em alguma coisa, e voltamos correndo para ajudá-lo.
- Ela está me segurando! Ela está me segurando! - repetia ele aos berros, cravando suas unhas ao chão na ânsia de livrar-se do que quer que fosse que o estivesse prendendo e fugir conosco. Então vimos surgir da sepultura a velha, tão horripilante quanto antes, porém, com os cabelos completamente soltos e desgrenhados e os olhos vermelhos e brilhantes como fogo. Tinha um grito medonho, como uma rasga-mortalha, semelhante a uma gargalhada estridente. Caímos e recuamos um pouco. Eliézer estava sendo puxado para dentro da cova e desesperadamente tentava se agarrar ao chão. Estiquei um galho em sua direção, mas ele não pode alcançá-lo, e então o vi desaparecer chorando e implorando por socorro, chamando por sua mãe.
- Vamos embora! Vamos! Não podemos ajudá-lo mais! Venha! - gritava Bertholdo, o mais medroso dos corajosos, puxando-me pelas mão. Nunca mais esqueci o rosto do gordinho sendo tragado pela bruxa. - Não conte isso a ninguém! Ninguém, me ouviu? - insistia ele pelo caminho, enquanto chorávamos em passo estugado de volta para casa.
Aquele foi o pior natal da minha vida. Como foi difícil ir para casa, e pensar em meu amigo que não veria nunca mais! Seus pais o procuraram por dias, meses, anos, incessantemente. Interrogaram a mim e a Bertholdo, e mentimos deliberadamente. E mesmo que quiséssemos dizer a verdade, ninguém nos acreditaria, até porque nós mesmos não podíamos acreditar no que havia acontecido. A bruxa existia de fato e levara nosso amigo, que deve ainda hoje estar abraçado ao colo da bruxa, em seu sono eterno.
Eu e meus pais mudamos no limiar do ano seguinte, devido a uma nova oportunidade de emprego na capital e perdi contato com Bertholdo, só voltando a vê-lo nas comemorações do natal deste ano, quando fomos passar a data com meus avós em Santa Cruz. Ferrugem estava internado há quase uma semana, vítima de pneumonia. /seus estado me desesperou. Estava só pele e osso. Continuava a insistir para que eu não contasse o ocorrido no ano passado a ninguém, o que tornei a prometer segurando suas mãos. Despedi-me com os olhos cheios de lágrimas e nunca mais voltei a vê-lo. Bertholdo morreu às 23:34 do dia vinte e quatro de dezembro.
Outro natal! Dois anos seguidos! Não podia ser coincidência, era a bruxa, definitivamente. Desde então carrego este fardo sozinho, e espero todos os natais como a própria morte. Passou um ano, dois, três... décadas se passaram, mas isso só serviu para aumentar meu temor por esta data. Por que apenas eu restei daquele pequeno grupo de garotos do interior que ousou violar o túmulo de uma bruxa, em pleno natal? Sei que a velha me espreita, e a qualquer dia me alcançará.
Tornei-me um adulto triste e taciturno, e hoje temo não apenas por mim, mas por minha mulher e meu filho, que aliás, não sabem nada sobre o assunto, assim como nenhuma outra pessoa. Cumpri o que prometera. Exceto por este relato, que guardo a sete chaves, e que se algum dia for de conhecimento de alguém, é porque certamente meu encontro com a bruxa já terá sido certo.
Antes que eu me esqueça, naquela lúgubre, natalina e macabra noite, Eliézer ganhara de fato uma bicicleta, guardada ainda intacta em sua casa em Santa Cruz.

(Extrato do Diário de Sr.ª Michelle F. Garcia, esposa do Sr. Emídio Castro Garcia - 27 de dezembro de 1987)

Oh! Como encontrei forças para escrever em meu diário, depois de tanto sofrimento? Como poderei dizer isto? Apenas Deus pode dar forças aos que o temem!
Eu, meu marido e meu filho viemos a Santa Cruz - terra em que ele nasceu - muito por insistência minha, pois ainda não a conhecia, assim como meu filho, aproveitando os festejos de natal. Sempre foi um homem sério, mas desde que decidimos que viríamos aqui, mudou por completo. Vivia calado e pensativo. Cheguei a pensar que se tratasse de alguma paixão da juventude, mas parece que pressentia algo. Antes fosse uma mulher!
Nos hospedamos em um hotel pequeno, distante uns dois quilômetros do centro, o que não era nem um pouco longe, considerando-se o tamanho da cidade.
Estava tomando banho, preparando-me para a ceia do dia vinte e quatro, quando ouvi um som pavoroso. Um grito, seguido de vidro a estilhaçar-se e madeira se quebrando. Enrolei-me em uma toalha rapidamente e fui ver o que acontecera. Meu filho estava próximo a uma janela inteiramente destruída, chorando desesperadamente. Um choro que assemelhava-se com uma gargalhada, de tão intenso que era. Lá embaixo jazia meu amado Emídio, com as pernas e braços contorcidos de forma bizarra, com a aparência de um boneco marionete. Uma grande poça de sangue se formava rapidamente sob seu corpo, e seus olhos vitrificados, tinham uma expressão de profundo terror...
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Tânia Souza em Sex 12 Nov 2010 - 6:00

Recebidos: Lino, Pacheco, Paulo, Victor

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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Poleto em Sex 12 Nov 2010 - 9:51

Sugestão de capa são muitíssimo bem vindas, já que eu sou um zero a esquerda nesse quesito! Smile

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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Pacheco em Ter 16 Nov 2010 - 10:57

Poleto escreveu:Sugestão de capa são muitíssimo bem vindas, já que eu sou um zero a esquerda nesse quesito! Smile

Acho que seria legal uma capa toda preta, com a imagem do velhinho (tem uma que circula na net, o velhinho fumando um charuto com um, sorriso sarcástico) Acho que vi uma também no site do Barreto, há bastante tempo, num banner de natal que ele fez.
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Tânia Souza em Seg 22 Nov 2010 - 12:44

Contos recebidos

Flavio de Souza
Lino França Jr
Luciano Barreto
Pacheco
Paulo Soriano
Victor Meloni

chamada

Leo
Afonso
Poleto
Fiore
Celly
Boi
T ( ah ta, já me enviei)

Demais personas do fórum, que não comentaram se participariam, pessoal que chegou agora, todos são bem vindos para o e-book ok!

Como eu havia comentado antes, podemos estender o prazo até o dia 30, então crianças, espero por vocês!

^^

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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Tânia Souza em Sab 11 Dez 2010 - 2:13

Olá personas, desculpem a ausência, dias corridos.

Confirmando os contos recebidos, a principio, são 9:

Desejos de Natal - Lino França Jr.
O Sinistro Natal de Randolph Carter - Roger
Uma noite macabra - Pacheco
A difícil tarefa de Demetrios - Afonso
Os cinco presentinhos - Paulo Soriano
Noite Feliz - Flávio de Souza
Era Natal - Tânia ( título provisório)
Um presente de Natal para os mortos - Luciano Barreto
................................ -- Victor Meloni, (está com o conto para fazer uma pequena mudança e acabei ficando sem uma cópia)

Estive esperando por alguns dias pelos contos da Celly, do Leo, que estavam començando em trabalhos novos, mas infelizmente não vão poder mesmo participar, eu também tive um problemacom meu conto, tive que refazer todo, depois comento.

Conversei com o Poleto pq estava preocupada com a questão da faculdade, das provas e do risco de reprovação, que é algo muito sério, mas ele me garantiu e enfatizou que faz questão de criar o e-book, então, creio que amanhã, ou ainda hoje, sábado, vamos conversar sobre.

Em relação a capa pessoal, como o Poleto já disse que não faz, aceitamos todas as sugestões possíveis, quem souber fazer capa pode postar aqui ou mandar para os emals, ou mesmo sugestões de imagens. O Afonso me enviou uma e ficou de postar aqui para que desse a opiniao de vcs, ok?

Ah, tem um e-book super bacana, na verdade uma revista de ficção científica, Black Rocket, o tema dos contos dessa edição de 2009 também são natalinos, bem legal, vou deixar o link aqui, para quem não conhece, o formato e os contos são bem interessantes. black Rocket.

Por hora é só pessoal.

Ah, o Afonso comentou sobre escrevermos um breve edital sobre o e-book e achei interessante, então pedi a ele que fizesse, se alguém mais tiver alguma sugestão, ok? té mais.
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Tânia Souza em Sab 11 Dez 2010 - 15:10

é necessário um novo tópico para as capas? se alguém trouxer, pode abrir ok?
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Afonso em Sab 11 Dez 2010 - 18:38

Pessoal, a sugestão que eu enviei para a Tânia consiste nas capas abaixo. Na verdade tanto uma quanto a outra são junções de imagens. A imagem de fundo é parte do folder do filme Silent Hill. No caso, mesmo sendo material de divulgação do filme, podemos fazer uma citação na contracapa em relação a quem pertence. Ademais, não vamos ganhar dinheiro com isto, uma vez que o ebook será distribuído gratuitamente.

A Tânia não gostou muito do título ( CONTOS SOMBRIOS DE NATAL, não sei se o título mesmo o a fonte das letras) e nem da faixa preta em que se escora o mesmo. Eu coloquei a faixa preta lá, a debaixo também, por dois motivos: 1 – esconder um pouco mais um pedaço do folder do filme, pra não ficar muito evidente e inserir a bola natalina, que tem um apêndice final que fica por trás da tarja. Sem a tarja não sei onde “pendurar a bolinha”, a não ser que fique pendurada nas letras do título.

Sei que a Celly não gosta de nomes na capa dos livros, mas achei interessante a inserção dos nomes para compensar o espaço vazio em relação a bolinha natalina no lado direito. Somente a bolinha no centro da capa fica esquisito.

A opção com o zumbi já é uma terceira imagem superposta. Não sei qual são as “criaturas” que se encontram nos outros contos dos amigos, mas como o meu conto A DIFICIL TAREFA DE DEMÉTRIOS NA ÚLTIMA NOITE DE NATAL é sobre as nojentas criaturas, aí resolvi botar um lá, mas totalmente “retirável” se não for do gosto.

Gostei desta "surpresa" de não sabermos os que os amigos escreveram. Tô muito curioso.

Sobre o título CONTOS SOMBRIOS DE NATAL, ou
CONTOS NATALINOS DE TERROR ou que se decidir por estes pagos podemos mudar.

Caso não encontremos algo melhor, tá aí a opção ou se gostarem e quiserem mudar os elementos da capa é só dizer.

Não sei se seria legal, mas alguns ebook têm uma minibiografia do autor e seu endereço virtual no final de cada texto como link. Exemplo do que foi publicado no ebook de minicontos do Estronho:

“Afonso Luiz Pereira é professor do ensino fundamental da rede municipal de ensino de Itajaí, cidade litorânea de Santa Catarina. Escritor amador, Afonso é um profundo admirador da Literatura Fantástica, razão pela qual decidiu, por hobby, criar e gerenciar o “site-blog” CONTOS FANTÁSTICOS, espaço virtual que costuma eleger e publicar contos “garimpados” na Internet de boa qualidade literária. Site:www.contos fantásticos.com.br”

É isso!

Ah, a propósito, as imagens estão em tamanho menor, caso se opte por uma delas eu envio a de alta resolução para o Poleto.





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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Pacheco em Sab 11 Dez 2010 - 20:48

Estão boas Afonso! Gostei mais da última!
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Tânia Souza em Dom 12 Dez 2010 - 20:08

Mais um conto recebido.


Desejos de Natal - Lino França Jr.
O Sinistro Natal de Randolph Carter - Roger
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Noite Feliz - Flávio de Souza
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Um presente de Natal para os mortos - Luciano Barreto
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Conto de natal - Celly Borges
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Pacheco em Dom 12 Dez 2010 - 21:32

Sugestões do Pacheco:



Afonso, tira o zumbi e a bola de natal e coloca esse papai noel, o resto mantém.

Acaso o Henry não tem nenhum conto que possa ser encaixado no projeto?

A mini biografia é interessante. Concordo.
Gostaria que meu nome fosse divulgado como George dos Santos Pacheco, é como me apresento em tudo que faço no campo da letras.
É só!

Até mais!
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Lino França Jr. em Dom 12 Dez 2010 - 21:50

Ambas capas estão muito boas, apesar de também gostar muito dessa imagem postada pelo Pacheco.
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Tânia Souza em Dom 12 Dez 2010 - 21:51

Claro Pacheco, coloquei assim rapidinho pq estava na correria, mas vamos colocar os nomes conforme cada um usa sempre ok.

Ah, vamos colar as minibio aqui mesmo?
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Afonso em Seg 13 Dez 2010 - 0:27

A pedido do Pacheco. Ficou bom, também, mas é bom que se diga que a imagem deste Papai Noel maquavélico é bem conhecido na Internt. É de se pensar se esta imagem não vai dá xabu em relação aos direitos autorais, embora está claro que não vamos ganhar dinheiro com ela. Em relação a fundo do filme é material de divulgação e com o fundo mais escurecido fica mais difícil de ver.


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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Afonso em Seg 13 Dez 2010 - 0:37

Acho que se as letrinhas embaixo do "fórum Câmara dos Tormentos" fossem mais reduzidas ou retiradas, talvez fique um pouco melhor.
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Lino França Jr. em Seg 13 Dez 2010 - 9:41

Concordo com o Afonso, acho que sem as informações sobre o fórum no final da capa, ficará bem melhor. Poderíamos colocar a informação sobre o fórum antes do início dos contos no e-book.
Ficou excelente a capa com o Papai Noel.
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Flávio de Souza em Seg 13 Dez 2010 - 12:13

Galera,

Se não der problema com a imagem do bom velhinho, beleza, pode ficar essa que está legal. Caso negativo, pode ser a segunda que o Afonso fez.
As informações sobre o Fórum podem ficar antes dos contos, como disse o Lino.
Ei...esqueceram de mim na capa...
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Pacheco em Seg 13 Dez 2010 - 12:41

Gostei da capa, ficou legal. O lance sobre as informações do fórum eu também acho que podem sair. Podem estar em uma página no interior.
Também não gosto dos nomes na capa, eles podem estar enlecados no interior também.
Quanto a mini biografia, vou postar aqui. Se a revisora achar que ainda está muito grande, tem inteira liberdade para diminuir. Aí vai!

George dos Santos Pacheco, cronista, contista e romancista, nasceu em Nova Friburgo, na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro em 07 de outubro de 1981. Descobriu o interesse pelos livros ainda na adolescência, mas a leitura tornou-se realmente um hábito ao conhecer sua esposa, também apaixonada por livros.
Aos poucos, começou a rascunhar romances, até tomar coragem de escrever um livro, quando assistiu a uma entrevista em um canal de TV, num programa de debates. Tema: Literatura. “Todo mundo é capaz de escrever um livro?” diziam. “Eu? George Pacheco escrevendo um livro?” pensava. Sim, é possível. Começou a escrever e não parou mais.
Hoje se considera um escritor compulsivo. Faz parte da nova safra de escritores do país, fazendo sua estréia com O fantasma do Mare Dei, lançado em julho de 2010, pela Editora Multifoco, e participa também da Coletânea de Contos Policiais Assassinos S/A Vol. II, da mesma editora. É autor do e-book Sete – Contos Capitais, uma coletânea de seus melhores contos lançado em novembro de 2010 pela Revista Pacheco, e publica contos e crônicas em diversos sites, inclusive em seu blog, http://revistapacheco.blogspot.com.
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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Poleto em Seg 13 Dez 2010 - 16:10

Aquele papai noel já virou quase um clichê.
Eu gostei da primeira capa enviada pelo Afonso. Bem sutil e incita à curiosidade.

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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Afonso em Qua 15 Dez 2010 - 10:44

Povo, desculpe a demora de aparecer por aqui, mas é que eu tô de rolo com o meu velho em uma saga inglória atrás de exames médicos. Desde segunda à noite não entrei na Internet.

Olha, hoje é dia 15 de dezembro e como diz a minha mãe: amanhece e o boi não brinca!

Decidamos logo pela capa. Se não for estas a disposição, que seja outra, mas o tempo urge! Logo chega 25 e não aproveitamos o clima natalino.

Deixo aí mais duas opções:




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Re: Contos Sombrios de Natal

Mensagem por Poleto em Qua 15 Dez 2010 - 10:56

A primeira está show!

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Re: Contos Sombrios de Natal

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